À procura do início do Brasil: Primeiro dia da Expedição Nissan

À procura do início do Brasil: Primeiro dia da Expedição Nissan

Nissan na Bahia visita os complexos arqueológicos da Toca da Figura e da Lagoa da Velha

- Região reúne mais de 100 sítios arqueológicos com pinturas rupestres de várias tradições
- Representações têm mais de 3 mil anos
- Nissan faz ação de legado para facilitar visitação de turistas

Em seu primeiro dia, os aventureiros da quarta etapa da Expedição Nissan: À procura do início do Brasil, que está sendo realizada na Bahia, visitaram dois dos complexos arqueológicos mais significativos do estado, o da Toca da Figura e o da Lagoa da Velha. Situados no município do Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina, ambos preservam pinturas rupestres de animais, vegetais, formas geométricas e humanas com mais de 3 mil anos de existência, que misturam diversos tipos de tradições rupestres. A Nissan aproveitou a visita ao local para oficializar um legado para colaborar com o fluxo de turistas na região.
A frota de 15 Nissan Frontier partiu cedo da cidade de Morro do Chapéu em direção à Toca do Figura, no Complexo do Ventura, enfrentando terrenos acidentados que colocaram à prova todas as qualidades de fora de estrada do modelo. Os aventureiros utilizaram unidades das versões topo de linha SL e da intermediária SE, lançada em novembro, da picape mais premiada de 2017 pela imprensa especializada, com onze reconhecimentos como Melhor Picape do Ano.
Na Toca do Figura todos conheceram as representações ancestrais da chamada Tradição Nordeste de arte rupestre, que é caracterizada pelas figuras de antropomorfos (forma humana ou que se assemelha à de um ser humano), zoomorfos (que se assemelham a animais) e fitomorfos (que se assemelham à vegetação) com a ideia de movimento, como se as representações estivessem numa intensa mobilidade.
O grupo está sendo acompanhado pelo arqueólogo Carlos Alberto Etchevarne, que estuda há mais de 30 anos os sítios arqueológicos da Bahia e é professor da Universidade Federal da Bahia.
Depois o grupo seguiu em direção ao complexo arqueológico da Lagoa da Velha. Antes de ver mais figuras rupestres no sítio do Abrigo do Sol, a Nissan oficializou o legado da passagem do projeto pela região aos dois Complexos. A empresa japonesa vai colaborar com o projeto de instalação de sinalização de indicação para o acesso aos locais, na área de visitação, além da colocação de corrimões, passarelas, entre outras instalações.
Expedição Nissan: À procura do início do Brasil
A expedição, que já visitou sítios arqueológicos em Minas Gerais, Piauí e Mato Grosso, segue o compromisso da Nissan de estar cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros e, assim, une os produtos da marca com ações que contribuam com o país. No caso, contribuir com a cultura e a pesquisa científica ao divulgar o rico acervo de pinturas rupestres do Brasil, que muitas vezes é mais conhecido e admirado por estrangeiros do que pelos brasileiros.
Em 2014, a Nissan inaugurou seu Complexo Industrial brasileiro, em Resende (RJ) e, desde então, se integra cada vez mais a sociedade e apoia o desenvolvimento social e cultural do país. A empresa japonesa acredita que existem pontos importantes da história do Brasil, e o trabalho de muitos brasileiros, que são pouco conhecidos da população. Por isso, decidiu iniciar expedições temáticas para levar convidados e jornalistas para ver de perto toda a riqueza da história do país e ajudar a divulgá-la, apoiando a cultura.
Nissan Frontier
Para chegar aos destinos de cada etapa, o grupo de expedicionários segue a bordo de 15 unidades da nova Nissan Frontier, modelo que começou a ser vendido no mercado brasileiro em março de 2017. Além da modernidade, do design totalmente novo e robusto, a peça-chave da 12ª geração da Nissan Frontier é a estrutura ainda mais resistente, com um chassi reforçado, ao mesmo tempo que é leve e eficiente. Com oito barras transversais, conta com um outro chassi sobreposto por dentro com soldas contínuas, chamado de duplo C. Assim, o veículo fica ainda mais resistente às tensões da torção da carroceria.
E a Nissan Frontier é mais do que força, por isso uma combinação de tecnologias permite extrair o máximo em desempenho no fora-de-estrada e garantir uma condução confortável, enquanto itens inéditos para o modelo estão a serviço do condutor. Entre eles, o Controle Automático de Descida (HDC) e o Sistema de Auxílio de Partida em Rampa (HSA). Ambos sistemas atuam automaticamente nos freios do veículo para controlar descidas íngremes ou saídas do carro da imobilidade em subidas.
A linha da Nissan Frontier conta com duas versões SE e LE, ambas com cabine dupla, tração 4x4 e equipadas com o novo e moderno motor diesel 2.3 com duplo turbo. A Nissan Frontier é vendida em 33 mercados da América Latina e é um dos modelos mais vendidos da marca na região.
A Nissan Frontier foi a picape mais premiada do Brasil em 2017 ao receber 11 reconhecimentos da imprensa especializada em automóveis. A picape da Nissan foi escolhida como a melhor do segmento pelos prêmios:
Premiada
A Nissan Frontier foi a picape mais premiada do Brasil em 2017 ao receber 11 reconhecimentos da imprensa especializada em automóveis. A picape da Nissan foi escolhida como a melhor do segmento pelos prêmios:

Melhor Picape 2017, do website Carpress
Melhor Picape 2017, da revista Robb Report Brasil
Melhor Picape 2017, pelo prêmio Os Escolhidos
Melhor Picape 2017, pela Associação Brasileira de Imprensa Automotiva (Abiauto)
Melhor Picape 2017, de L Auto Preferita
10Best, título que reconhece a Frontier como a melhor picape do ano, honraria também conferida pela Car and Driver (Brasil)
Picape do Ano 2018, da revista Autoesporte, organizadora do Carro do Ano Brasil
Melhor Picape 2018, da revista Car Magazine Brasil
Melhor Picape 2017, prêmio UOL Carros
O + Premiado 2017, website Memória Motor
Melhor Compra 2017, revista Motorshow, em seu guia anual de vendas.



Publicado em: 27/04/2018